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| Sete Gibernau |
59 |
Grupo Francisco Hernando |
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| 12/15/1972
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O avô de Gibernau é Don Francisco Bulto, fundador e proprietário da equipe Bultaco. Gibernau já pilotava tão logo começou a andar, e mais tarde tornou-se um talentoso piloto de motocross. Mudou para o motociclismo para ganhar um título nacional aos 18 anos.
Experiência
Sete entrou para mundial em 1995, depois de ótimas classificações no campeonato espanhol "Ducados Spanish Open" contra pilotos como Kenny Roberts Jr. Em 1996, ele competiu numa Yamaha 250cc pela equipe Rainey, e em 1997, pela mesma equipe, correu com uma 500cc. Em 1998, foi contratado pela equipe da Honda para substituir Takuma Aoki, eliminado em um acidente ocorrido nos treinos antes do início da temporada, e ao final do ano, o espanhol já conseguia bons resultados no protótipo da moto super leve V-twin. A Repsol Honda renovou o contrato com Gibernau que começou numa NSR-V2, mas logo recebeu a V4 de Mick Doohan após o acidente sofrido pelo campeão da 500cc. Gibernau fez o melhor que pôde e terminou 1999 com quatro subidas ao pódio, estabelecendo-se como um dos pilotos capazes de fazer parte da "pelotão de frente" do campeonato. Após os treinos de pré-temporada na nova NSR500, Gibernau juntou-se ao espanhol Crivillé, e ao japonês Okada, na Repsol Honda. |
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| 1º Grand Prix |
1992 |
Espanha |
250cc |
| 1ª Pole Position |
2000 |
África do Sul |
500cc |
| 1ª Volta mais rápida |
1999 |
Catalunha |
500cc |
| 1º Pódio |
1998 |
Madrid |
500cc |
| 1ª Vitória em Grand Prix |
2001 |
Valência |
500cc |
| Vitórias em Grand Prix |
5 |
| 2º lugares |
4 |
| 3º lugares |
5 |
| Pódio |
14 |
| Pole Positions |
12 |
| Volta mais rápida |
4 |
| Campeão Mundial |
0 |
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